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Mostrando postagens de Setembro, 2011

NÃO

Não sepulte esse silêncio oculto Nessas palavras e mentiras inocentes Não se preocupe com o tempo Ele faz parte dos corações incoerentes
Não faça com que parte de mim suma Enquanto não encaro teu rosto Não permaneça sem ação, cheio de vazios Porque eu não posso suplicar por nada
Não procure num passado insólito Na verdade roubada Nesses tempos proibidos, onde tudo é insólito Em que tudo é nada
Preserve em mim Esse amor ingênuo Intocado por inteiro, íntimo, sem fim Nesses dias em que é tudo ou nada