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Mostrando postagens de Novembro, 2013

Bom humor não paga as contas de ninguém

Existem marcas que não saem do meu corpo e lembranças que fluem como chuva nos meus poros, porque são sempre as distrações que consertam o que queremos muito e inesperadas, aí está: todos os planos completos, planos que nunca são planos de verdade porque acabam mudando a todo minuto. E eu transbordo em mim mesma e o que vazar fica no mundo e se espalha com os excessos dos outros poucos que ousam deixarem se transbordar também, porque só quem transborda pode fazer parte do mundo real, o mundo fora do próprio quarto, o mundo comum de todos “nós”. Pra mim já não faz diferença se vou superar todas as marcas, porque eu já nem faço parte de mim mesma, eu estou transcendendo todos os limites como sempre fiz sem querer e nunca consegui dizer não, porque o não traz arrependimentos maiores que o sim. Quanta estupidez! Sempre caio nos mesmo buracos, alguns são mais fundos, quantas quedas que me fazem dormir mal e acordar pior, e eu caminho sem pressa porque meus objetivos são falhos e eu sei qu…