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Mostrando postagens de Abril, 2011

Mil coisas

Insisto em repetir que não tenho tempo pra nada, que nada muda, que o tempo está ruim, muito frio, muito calor, que todos me odeiam, que hoje não é meu dia, que nunca vou conseguir, que fazer isso é impossível, que nada vale à pena, que o amor não existe, que livro de auto-ajuda é besteira, que nunca vou encontra o que busco, que minha indecisão me traz problemas, que não consigo entender, aprender, buscar, revolucionar, mudar tudo o que não está bom, tudo o que não me faz feliz, tudo que não é necessário. Se eu gastasse o tempo que gasto reclamando em agindo, com certeza seria muito mais feliz e completa. Mas o mundo é tão grande, o tempo tão curto e eu tão estúpida que realmente não tenho certeza de nada. Há mil coisas pra fazer, mil lugares para ir, mil pessoas para conhecer, mil pontos turísticos para visitar, mil amores para se apaixonar, mil músicas para ouvir, tocar e cantar, mil projetos para concluir, mil coisas para mudar, mil pessoas para ajudar, mil livros para ler, mil filme…

Conversas Insolúveis

Eu particularmente acho que ninguém deve misturar no trabalho opiniões pessoais das gerais.
Cada um pode livremente interpretar as coisas à sua maneira, sem ser julgado de forma alguma, eu só acho que é muito diferente manifestar sua opinião para seus amigos por exemplo e em seu trabalho seja ele qual for, mas principalmente se trabalhar com o público. O público julga. Pensa. Ignora. Faz mil coisas. Mas o coadjuvante não deve manifestar opiniões cruas, piadas, pedantismo ocasional, risos inconvenientes, conversas paralelas  e outras parnafernálias.
Não se deve deixar isso se tornar uma chatice total, monótona. Mas de repente as opiniões no trabalho devam ser manifestadas minimamente, sutilmente, ocaionalmente, dependendo do trabalho, é claro.
É porque ás vezes o ambiente fica pesado, os risos amarelos, os olhos arregalados, a boca seca, e isso com certeza estraga tudo. Ou quase tudo.
O fato é que `as vezes as opiniões paracem até mesmo erradas se muito enfatizadas, assim, incansavelme…

Evitando decepções.

É impossível evitar decepções, elas entram em nossas vidas sem ser convidadas e ponto final. Não adianta mandá-las embora. Não adianta fechar a porta e fingir que elas não estão ali. Simplesmente virar os olhos e pensar em outra coisa. Mas também não precisa se prender a elas. O fato é que elas existem.    Parece incrível quando sei que desisti de algo que me fazia bem, mesmo sendo uma mentira. Mas eu não devo confiar nas doces mentiras, porque quando eu caísse (se é que cairia) a queda seria muito pior, pois seria de um lugar muito mais alto. Mas não quer dizer que eu abandonei tudo. Apenas quer dizer que certas coisas eram indignas de confiança, mas não que TODAS as coisas o são.    Quando fecho os olhos e lembro de cada detalhe me arrependo. Me arrependo de muitas coisas. Me culpo e entristeço-me. Mas tudo vale a pena quando a alma não é pequena. É o que dizem.   Tem um detalhe que é bom lembrar: as coisas são descartáveis e voluntárias.    O tempo, a vida, os objetos, as pessoas, tu…