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Mostrando postagens de Dezembro, 2015

Sou uma espiã internacional na casa do amor...

...assim como Sabina, de Nin. Eu me movo feito uma cigana. Permanecendo firme, vezenquando afogo-me em lágrimas.
Perdoem meus estragos. Altas doses de literatura marginal deixam as pessoas assim, incorruptíveis em certos pontos de vista.
Perfiz tantos caminhos, poucos deram certo. Mas pouco sei sobre o certo, e muito sobre o incerto.
Minha aliança brilha pouco em minha pele pálida, mas já levemente bronzeada pelo sol intenso do verão.
Confusão nos atos de fala.
Perplexidade diante de mim mesma. Diante de tudo que me cerca ou que já está longe de mim, bem distante, de maneira que eu não possa enxergar de jeito algum, apenas de alguns jeitos que foram proibidos, jamais por mim.

Sobre a humana que sou

Sofro como todos. Tenho tido pesadelos horríveis, será que é muito Férrez para a minha pobre cabecinha? Ou será que é muito Crime e Castigo? Estou confusa, confusión... Passa, passa, eu permaneço queimando meu neurônios, doutora.
Perco o controle rapidamente, sou boa assim há anos, eu não posso ser culpada, não saberia que seria assim, observem o nome indômita, jamais conhecerá nada igual.
Há muito tempo estou convencida de minha força, onde vamos parar, querido? Minha confiança foi para o esgoto, por que acham que ando assim, e nunca sou a mesma? Por que pensam que estou falando sério quando me autodenomino predicados maravilhosos? Vocês devem mentir, também são humanos.
Queria comprar móveis novos, porque já comprei muitos livros. Constantemente surpreendo com minhas loucuras, quem pode julgar isso, jamais peço desculpa, mas agora estou tentando pedir, nunca fui tão ruim assim, enquanto pude ser boa o suficiente. O suficiente para que exatamente?
Quanto tempo pode passar até que uma…

'Drama' da noite

Conforme a fumaça vejo para onde está o vento e conforme o sol vejo em que zona estou.
Andei novamente louca, e levemente flutuante, enquanto tomava doces e gritava, te xingando, para sempre te deixar para depois, para parar de pensar, para parar de olhar para a cara das pessoas, tudo isso enquanto meu dia estava nublado e chuvoso, enquanto o álcool com gelo descia pela minha garganta e ao ponto que o que eu dizia já estava com sentimentos tão intensos que tudo que eu sentia era uma visão deturbada feito Raskólhnikov e erótica feito Anaïn Nin.
Estava me sentindo pouco romântica e aquele lugar da cidade já estava me irritando, sol se pôs ali mesmo, sem pudor feito eu. Blá, blá, blá, eu quero ir embora, tenha quantas amigas quiser, olhe meu corpo e então poderá explicar, ainda estou fraca, confesso, sempre posso ser melhor.
Nega Carolina, manda inspiração do céu, estou seca... Será que é preciso passar fome para te entender, mulher?
Mesmos sintomas: vou e volto feito ondas, As Ondas, ca…