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Mostrando postagens de junho, 2026

Bahnhof Zoo

Minha mente sobrevoa algum lugar de Porto Rico ou México. A sua segue em LA, mas andou pelas estações de metrô de Berlim dos anos. Quando o texto nasce, tudo para(e). Quando as palavras dele travam em crise ansiedade. A atmosfera é atropelada e muda para pior. Não sei porque insisto em pensar que ele, o Chicano, é mesmo de antes. As pessoas se espelham nele, mas ele mudou. Talvez seja porque eu não tenha mudado tanto assim. Quando percebo, ficcionada intensamente pelo tempo, estou em êxtase com o trabalho, no ápice dos compromissos. Quando enxergo de perto, vejo, nós somos românticos que não se dão bem com o modelo de casal. Se nada parte desse modelo, por que ele se comporta assim? Ser aquariana me faz desentende o ciúmes dele, mas também entender suas letras certinhas no modelo patriarcal. Difícil acreditar estar errada. Nós somos grandes amigos que se dão bem quase o tempo todo. O tempo que sobra é o tempo em que ele está altamente ébrio, de álcool ou de ciúmes ou, por azar, os dois...