A arte pela arte

Bom, estou começando a ser confiante em relação a mim mesma.
Talvez publique meu primeiro livro ainda esse ano, e o nome da minha primeira obra-prima será provisoriamente Sem fogo e sem razão, o livro será um conjunto de contos que retratam variados temas e vastas emoções, aquelas que apimentam um livro, aquelas que sem elas não seriam possível chamar de obra pois não faria-nos sentir nada, refletir nada, mudar nada nem em nós mesmos (quero dizer, interiormente), nem na nossa vida, nosso cotidiano, nossa história e nosso modo de lhe dar e de ver as situações mais diversas e resolver os problemas mais complicados.
Estou falando de coisas como amor, ódio, perdão, morte, revolução, sofrimento, enfim, tudo que é essencial para nosso dia a dia.
Meu sonho é realmente ser escritora, pois desde pequena tinha essa vontade.
Tentei de tudo (nas artes pelo menos, que são o tipo de trabalho que é diversão e que é essencial e simple, se visto com os olhos do coração): cantar, tocar piano, fazer poesia, compor músicas, ser atriz, cineasta e mais uma parafernália de coisas nas quais não me encaixei tão plenamente quanto na literatura. A literatura me faz plena, tanto lendo como escrevendo vejo e sinto o mundo de uma forma inexplicável, uma forma que eu desejo viver para sempre: viver de arte.
Como não gosto de imaginar a impossibilidade das coisas, prefiro afirmar com  convicção e positivismo que é possível viver de arte no Brasil pois quando se é realmente bom tudo pode dar certo. E não, não estou sendo pedante ou coisa do gênero, pois estou falando da arte em geral, literatura, cinema, teatro, música etc.
A arte como um todo.
A arte pela arte.

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