Em julho, em mim.

Nunca me senti tão mal.
Mas pra quê? Tem tanta coisa pior e eu aqui no meu egoísmo incansável. Quebrando copos e batendo portas.
Num vazio mortal: o da solidão.
Sem nada a dizer e muito o quê contar.
Sem nada pra fazer e muito a realizar. Sonhos infantis, mudança juvenil, responsabilidade adulta e tranqüilidade idosa. Num só ser:  Eu.

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