O amor é um tipo de prostituição

Como é bom sentir todo meu direito de expressão nessa porra, posso escrever e publicar independentemente!

É ótimo ter um amigo que salva teu dia com um fino do bom quando você não tem mais nada, mas te xinga o dia inteiro mais do que teu próprio pai.

Talvez eles precisem que eu ilustre, eu até desenharia se eu soubesse e tivesse algum tipo de coordenação motora. Só tenho vontade de escrever sobre isso em consideração
aos textos mesmo, que me rendeste.

A única coisa que faço é ficar chapada. Tudo que eu quero é paz. Não é assim na música?
Não sou rica para pagar contas que estão no nome dos outros que costumavam morar aqui, mas quando saíram tudo já estava cortado, pois afinal só se pagou aquela porra por um mês.

Só direi que com meu olho baixo já não acho motivos pra ter que te aturar, neguinho! Então, se afasta.

E, aproveitando para registrar um momento Jack Torrence:

(Escutem o barulho da máquina de escrever ao lerem)

NÃO VOU PAGAR.
NÃO VOU PAGAR.
NÃO VOU PAGAR.
NÃO VOU PAGAR.
NÃO VOU PAGAR.

Porque não sei desenhar, mas sei escrever. E repito se alguém ainda continua sem entender porque é filhinho de papai.

E não adianta ligar para a minha mãe achando que eu vou pagar porque ela vai mandar eu pagar, ela é igual a mim. Desista, toma vergonha nessa cara e vai trabalhar e pagar as tuas contas até poder cancelar.
Também não uso o serviço. Mal usei. Mas emprestei tudo que eu tinha. Aposto que teu querido pai não sabe quantos baseados fumaste aqui. Não preciso entrar em detalhes.
Mas uma coisa preciso expor aos leitores: Uma pessoa quer que eu pague as contas dela, mas não me procurou e sabe, ela ligou para minha mãe (?), eu sou maior e ele acha que conversar com alguém
é fazer perguntas no ask. O que devo fazer? E se ela pagar porque acha que ele é esse amor que finje ser e ele jogar ela contra mim, eu, uma pessoa tão boa...
Bem, não tenho essa tatuagem gangsta e nem fodo com  todos os niggas à toa.

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