Sou uma espiã internacional na casa do amor...

...assim como Sabina, de Nin. Eu me movo feito uma cigana. Permanecendo firme, vezenquando afogo-me em lágrimas.
Perdoem meus estragos. Altas doses de literatura marginal deixam as pessoas assim, incorruptíveis em certos pontos de vista.
Perfiz tantos caminhos, poucos deram certo. Mas pouco sei sobre o certo, e muito sobre o incerto.
Minha aliança brilha pouco em minha pele pálida, mas já levemente bronzeada pelo sol intenso do verão.
Confusão nos atos de fala.
Perplexidade diante de mim mesma. Diante de tudo que me cerca ou que já está longe de mim, bem distante, de maneira que eu não possa enxergar de jeito algum, apenas de alguns jeitos que foram proibidos, jamais por mim.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Me cobraram recato, eu rasgei o contrato

Ultraviolência

Arco-íris e Tristessa