insistência sem futuro

Peguei umas taquaras do chão para fazer maricas.
Olhei bem dentro dos teus olhos enquanto estivemos fodendo. Não é assim que gosta de dizer, desse jeito horrível e sujo? Quase um impropério...
Procurei o silêncio para escrever alguma página, para tentar decifrar-me em vão anos a fio, sem jamais parar, mas muitas vezes perdendo o equilíbrio fatalmente nas quebradas insanas, vinte anos, então.
Não encontrei nada no silêncio além de vazio e pequenos ruídos idiotas.
Nunca procure descobrir o porquê de minhas palavras soltas e completamente mal interpretadas.
Não queira saber porque gosto de quebrar regras ou porque quero dar aula de literatura.
Pense no meu sujeito em análise de discurso.
Quantas facetas podem existir de apenas um ser?

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