A liberdade de enlouquecer

Notoriamente tenho me envolvido mais em minhas próprias guerras, até mesmo até o ponto em que todos os teus amigos estão por lá naquela noite em que depois de perder a maconha por causa da vodca e depois que eu discuto por causa de um mendigo que estava mexendo nas coisas daqueles que não cuidam das próprias coisas, estive sensata sim depois do momento em que tomei um doce, e meu sangue ferveu e fumei quarenta cigarros sem perceber se eram mentolados ou não e bem depois eu joguei uma garrafa na calçada e ela quebrou-se em um baque na noite pouco silenciosa pelos meus gritos, me explique como cheiradores de merda podem me falar sobre algum respeito, quando ela que me chamava de puta disse que fumava pedra, então não quis nunca ofender um cadeirante, mas você ousa dizer que não sei nada sobre acessibilidade. Por isso corri na rua, gritei, me atirei no chão, abram as janelas moradores do parque e acordem enquanto ainda estou louca o suficiente para que alguém me veja na rua, podem parar dos carros e me chamar de puta, fui até lá em vinte minutos com pedras enormes nas mãos, silenciaram por medo de mim, eu quis ficar quieta, só não aguento quando me pegam pelos braços e não me deixam ir onde eu quero livremente.

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