Flores, alianças e promessas

Mestre de Cerimônia, mestre de caô. Tu não me emociona, prova que é bom ator. Diria a brisa...
Lembra de quando tu queria ela, isso acabou comigo, e então foi pro hospital, não te vi, ela ficou contigo, eu voltei para o mesmo lugar. E você voltava para por a cabeça no meu colo. Pedia por amor, um amor acabado, eu tinha um resto dentro de mim, cheio de monotonia e euforia. Eu não sei dizer não, não sei quando parar e costumo me lamentar de tudo para fazer com que todas as outras coisas pareçam boas o suficiente para existirem. Suas promessas são realmente imaturas dentro da bolha do teu pensamento, por isso não cabem em meu coração. Minhas flores estão mortas e transparece em meu rosto uma beleza cansada. Um sorriso amarelo. Uma inocência perdida em uma esquina qualquer. Minha cosmovisión de Sin Rumbo é atordoante e repulsiva.

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