Escape imediato

As suas regras eu não me aplico. É difícil (trans)crever o jogo da amarelinha no chão.
Observar todos os prédios desde um cubo de concreto me paralisou. Escutamos rocks americanos e desenvolvemos diferentes hábitos nesse gris crônico.
Eu quero uma boa conversa, não quero desculpas. Não interrompa meus pensamentos com digressões porque eu sempre acabo me escondendo dos teus olhos. Eu não ando muito bem, qual o limite da ansiedade? Há rumores de que não tem fim premeditado.

Comentários

  1. Todos esses anos nunca paramos de escrever, isso é resistência. Não se conhecer completamente é uma dádiva, há tempo de explorar-se; pois não deve haver limites e medo. Achar que sabe tudo ao seu respeito e de todo o resto é parar de explorar-se e cair na normalidade. Temos de passar no teste. A ansiedade também vem da euforia de estar intenso. Vai acontecer de qualquer maneira. As pessoas destroem todas as cidades e umas as outras. Sou artista e de peixes, e assim como tu, mostro meus dentes e garras, parece fácil navegar pelo teu mar, mas sabemos que para chegar no fundo é necessário engolir água. Sempre nadamos bem enquanto o coração pega fogo e eu sempre fui atraída pela chama. O razoável ou morno nunca nos destruirá. Somos artistas e atemporais, estranhos estrangeiros, que parecemos não caber no mundo, mas o amamos, e sabemos, Caio dizia: o caminho é in, não off. Tua raiz nunca irá quebrar e o frio do sul te espera. Eu sempre preferi o grito, a loucura e o sentir demais. Todas as doses misturadas, oussamos a loucura e não sobriedade por todo tempo. Não oussamos menos.

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