Café com leite
Sinto falta de mim, em meu vazio desconfortável, instável permaneço e desisto de mim.
Eu sou a fonte de minha própria dissolução.
Eu diluo você em mim, subentende-se que fomos feitos para estar assim, constantemente nos encontrando. Açúcar a gosto. Nos misturamos bem. Minhas mãos deslizantes, contagiantes movimentos e pressões. Sem opressão nem amargura!
Corpos pulsantes retomam contatos, reafirmam contratos e renovam votos. Você dentro de mim é suor na carne e arrepio na nuca. Confesso meus pecados e sempre sou perdoada.
Nessas ações ínfimas do cotidiano que se repetem nos gestos automáticos de abrir a janela pela manhã e reascender o baseado várias vezes, gastando a energia do fogo, o elemento forte na contenção.
O vi na rua com seu cabelo black e sua voz grave e ao mesmo tempo suave, naquele tom de protesto. Afinal: ele me viu, ou fingiu delírio abrupto?
Eu sou a fonte de minha própria dissolução.
Eu diluo você em mim, subentende-se que fomos feitos para estar assim, constantemente nos encontrando. Açúcar a gosto. Nos misturamos bem. Minhas mãos deslizantes, contagiantes movimentos e pressões. Sem opressão nem amargura!
Corpos pulsantes retomam contatos, reafirmam contratos e renovam votos. Você dentro de mim é suor na carne e arrepio na nuca. Confesso meus pecados e sempre sou perdoada.
Nessas ações ínfimas do cotidiano que se repetem nos gestos automáticos de abrir a janela pela manhã e reascender o baseado várias vezes, gastando a energia do fogo, o elemento forte na contenção.
O vi na rua com seu cabelo black e sua voz grave e ao mesmo tempo suave, naquele tom de protesto. Afinal: ele me viu, ou fingiu delírio abrupto?
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