Pensé que iba a haber fiesta

Tarde quente de verão, sem vento algum, nem mesmo morno. Um sábado chato com jogo do grêmio. E porque razão eu me importaria ou me emocionaria? Eu não dou a mínima para o futebol. Ainda bem, porque eu já discuto por muito menos, por vezes incontáveis.
Quero me perder entre bukowski e kerouac, algumas obras que ainda não li deles e que estão ao lado da cama nesse quarto verde, cheio de filtros dos sonhos, quadros e objetos inúteis...
Também não importa se assistimos almodóvar ou woody allen, porque eu sinto algo estranho, como se eu planejasse envelhecer com você. Mas ao mesmo tempo não sei se deveria realmente. É perfeito, mas parece que me afasta da estrada rumo a mim mesma. Enquanto isso fumo um de floripa.

O jogo foi 0x1 para o grêmio, real madrid venceu.
E eu briguei com você de novo.
E é uma merda.

Comentários

  1. Recordo-te e sinto falta do teu ser, enquanto fumo um, e à rua nublinosa, assim como teus ojos* que jamais deixam de serem belos mesmo quando // noturno é mais adrenalina, embora todo bicho que precise de amor tenha que ficar exposto ao sol. Te guardo, pretinha. Não esquece daquela canção do Bowie ou daquela camiseta rasgada confortável para os domingos, de desligar o telefone e ter tempo pro orgasmo: de vida e literatura, talvez um whisky com café? inventam tantos drinks, nomes, poesias, mas nunca inventam água pra saciar a sede do artista, não há nome para o além de profundo; por que sabemos de tudo, sentimos de tudo, sem nenhum documento que digas quem és tu, porque tua identidade está nos passos. e que bom, há de nunca cansar.
    toma um? comigo. o que importa é sentir como se deve e quer. nem todo porre é ruim. toma um? comigo?

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