Hábitos nocivos
Nada de novo nesta cidade, as pessoas seguem frequentando os mesmo lugares repetidamente, e assim a vida vai passando em meio a cinzeiros cheios adicionados a copos com destilado e gelo.
Decifro teus pixos pouco originais e descubro que meu coração acelera. Somente lembro da tua voz, lançada sobre a cidade de poucas luzes... Teu nome ecoando nos muros e eu desvio o olhar, mas não consigo evitar. Exatamente sobre o que estivemos falando, discutindo linguística para clarificar que o discurso da cidade é de fato inevitável e invasivo. Isso se torna pior quando conheço bem os autores de vários nomes, codinomes e então... meus olhos cruzam com a grafia e eu não sei lidar. Seu nome é arrepio, lembranças vazias e promessas falsas.
A noite me faz escapar, de repente esqueço e os outros se tornam interessantes, porque estão sempre presentes. Observo e a menina me pergunta se eu tenho batom, - pior que não trouxe.
Nenhum daqueles rocks foi capaz de me reviver, continuei entorpecida em meio a caipirinha, o canudo nos lábios e o céu nublado.
Um menino disse ao rastinha que ele era lindo, papo idiota de todas as noite em que normalmente sabem que ele fuma maconha. E cara. Justamente pediu fumo para a menina que me pediu batom emprestado no banheiro, porque ela queria fumar. Pelo visto não havia trazido nada, um tipo de desprevenção desagradável.
Estive escutando música cubana para tentar esquecer os fatos desordenados.
Decifro teus pixos pouco originais e descubro que meu coração acelera. Somente lembro da tua voz, lançada sobre a cidade de poucas luzes... Teu nome ecoando nos muros e eu desvio o olhar, mas não consigo evitar. Exatamente sobre o que estivemos falando, discutindo linguística para clarificar que o discurso da cidade é de fato inevitável e invasivo. Isso se torna pior quando conheço bem os autores de vários nomes, codinomes e então... meus olhos cruzam com a grafia e eu não sei lidar. Seu nome é arrepio, lembranças vazias e promessas falsas.
A noite me faz escapar, de repente esqueço e os outros se tornam interessantes, porque estão sempre presentes. Observo e a menina me pergunta se eu tenho batom, - pior que não trouxe.
Nenhum daqueles rocks foi capaz de me reviver, continuei entorpecida em meio a caipirinha, o canudo nos lábios e o céu nublado.
Um menino disse ao rastinha que ele era lindo, papo idiota de todas as noite em que normalmente sabem que ele fuma maconha. E cara. Justamente pediu fumo para a menina que me pediu batom emprestado no banheiro, porque ela queria fumar. Pelo visto não havia trazido nada, um tipo de desprevenção desagradável.
Estive escutando música cubana para tentar esquecer os fatos desordenados.
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