Inverno
Tão longe estás de mim
Que já não te escuto falar
Tua voz é uma doce lembrança
Que recordo ao sonhar
E dormir já não consigo
Insisto em pensar em ti
Queria poder um dia
Quem sabe te fazer sorrir
E a impressão que tenho
É que estás mais longe do que nunca
É a de que as estrelas já não te contam como estou
E eu me vejo perdida
No meio do furacão
Que minha imaginação criou
Baseada em tua imagem
Tua ausência me desespera
E esse frio que congela
Confunde minha mente
E mata minha minha esperança
De te ter aqui ao meu lado
Num dia qualquer de verão
cheio de luz...
Diluindo-te em meus sorrisos
Perdido entre meus cabelos
Completo, porém morrendo
Que já não te escuto falar
Tua voz é uma doce lembrança
Que recordo ao sonhar
E dormir já não consigo
Insisto em pensar em ti
Queria poder um dia
Quem sabe te fazer sorrir
E a impressão que tenho
É que estás mais longe do que nunca
É a de que as estrelas já não te contam como estou
E eu me vejo perdida
No meio do furacão
Que minha imaginação criou
Baseada em tua imagem
Tua ausência me desespera
E esse frio que congela
Confunde minha mente
E mata minha minha esperança
De te ter aqui ao meu lado
Num dia qualquer de verão
cheio de luz...
Diluindo-te em meus sorrisos
Perdido entre meus cabelos
Completo, porém morrendo

Minha cara POETISA, não sei o que dizer, mas você disse tudo que eu queria, assim, copiei, colei e enviei, com os devidos créditos.
ResponderExcluirSomos assim e quando perdemos as palavras, recorremos ao auxílio luxuoso de um@ poet@.
Obrigada Omar, fiquei muito feliz com teu comentário!
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