Qualquer abismo...
E que eu mergulhe nesses teus olhos de Capitu
Que me afogue nesse teu amor
Que me perca nos teus cabelos
Que sinta no meu ouvido a tua respiração
E que eu naufrague nesses teus mares
Que afunde nas tuas coxas
E que por todas as fases lunares
Eu esteja entre tuas pernas
E que eu saiba amar essa tua ausência
E esquecer teus distratos
E que esse teu descaso, essa tua miséria
Se transforme em pura luz vermelha
Peço à lua que te mantenha aqui
Entre a minha pele e a minha alma
Que teus dentes mordam minha carne
Que teus lábios encostem nos meus pelos
E essa sede pelo teu amor
Querendo teu corpo completo comigo
Tua alma nua, tua sinceridade falsa
Atravessa meu corpo, transpassa meu coração, inunda minha alma, bebe meu sangue inocente, rompe a minha pureza impura!
Incendeia minha monotonia, leva embora essa nostalgia, essa saudade do que eu nunca tive e não sei se terei...
Que se destrua minha sanidade
Que suma meu juízo
Leva minha inocência
Engole minha saliva
Não me importam tuas filosofias
Poupe-me da tua barata psicologia
Engole tua imagem social
Quebra tuas regras estúpidas
Que nesses teus olhos pícaros
Ela nade em solidão
Que meu rancor sequestre tua tranquilidade e estupre tuas certezas
E por fim peço à lua que te amarre nas minhas pernas até que venha um novo eclipse parcial numa noite qualquer de outono nessa cidade pequena e cheia da nossa paixão-furacão.
Que me afogue nesse teu amor
Que me perca nos teus cabelos
Que sinta no meu ouvido a tua respiração
E que eu naufrague nesses teus mares
Que afunde nas tuas coxas
E que por todas as fases lunares
Eu esteja entre tuas pernas
E que eu saiba amar essa tua ausência
E esquecer teus distratos
E que esse teu descaso, essa tua miséria
Se transforme em pura luz vermelha
Peço à lua que te mantenha aqui
Entre a minha pele e a minha alma
Que teus dentes mordam minha carne
Que teus lábios encostem nos meus pelos
E essa sede pelo teu amor
Querendo teu corpo completo comigo
Tua alma nua, tua sinceridade falsa
Atravessa meu corpo, transpassa meu coração, inunda minha alma, bebe meu sangue inocente, rompe a minha pureza impura!
Incendeia minha monotonia, leva embora essa nostalgia, essa saudade do que eu nunca tive e não sei se terei...
Que se destrua minha sanidade
Que suma meu juízo
Leva minha inocência
Engole minha saliva
Não me importam tuas filosofias
Poupe-me da tua barata psicologia
Engole tua imagem social
Quebra tuas regras estúpidas
Que nesses teus olhos pícaros
Ela nade em solidão
Que meu rancor sequestre tua tranquilidade e estupre tuas certezas
E por fim peço à lua que te amarre nas minhas pernas até que venha um novo eclipse parcial numa noite qualquer de outono nessa cidade pequena e cheia da nossa paixão-furacão.
Não sei o que dizer! Você o fez com a alma e ao lê-lo, sinto o sangue correr e fazer bater mais forte em meu peito. Poetisa, disseste tudo que eu queria dizer e não encontrei palavras.
ResponderExcluirEstou aqui tentado a copiar e enviar a alguém, com os devidos créditos.
Obrigada por comentar sempre Omar! Fiz com a alma sim, porque fluiu de uma maneira em que os versos ficaram uma bagunça, mas mesmo assim ficou bom. Pode copiar se quiser.
ResponderExcluir