Duvide sempre de mim

     Tornei-me tudo que mais odeio. Sou a porra de uma submissa. É como se uma liberdade me fosse dada e outra tomada e eu soubesse exatamente como isso seria. Não transbordo de raiva quase nunca. Sinto apenas pena de mim mesma. Pobre oprimida, invadida.
     Eu não precisava de tudo isso. Nada disso vale à pena. Mas pelo menos ainda minto bem. Sou uma puta de uma mentirosa.

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