Desculpe o transtorno
Pupilas dilatadas, você chega em minha casa no início da madrugada com muitas pessoas e grita, então parte o doce ao meio e coloca um pedaço na tua boca e outro na minha. Logo me sinto sufocada no carro. Saio, crianças idiotas vagando nas ruas imundas dessa cidade que pega fogo vezenquando e eles riem e querem drogas, queridos, elas acabaram, a professora aqui tomou todas, não pensem que é simples um metabolismo bem treinado como o meu. Recebi um abraço inesperado de uma menina que não via há tempos. Whiskey caro, velho Johnnie walking on the moon, eu sentei e ele colocou gangsta rap clássico americano para me agradar, meu sangue borbulhando em pequenos minutos diluídos em vodka de maracujá e gelo. Todo álcool era como água para mim. Efeitos repetitivos que não abro mão. Milhões de baseados não me salvariam de sonhar com ele e acordar sem coração. 1738 tocando e repetindo em minha cabeça altamente adoçada. Lembro-me claramente dele se agarrando com outro cara, não vá longe demais, p...